ESPN chama as Olimpíadas do Rio 2016 de Jogos Mortais

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Um repórter da ESPN citou em um artigo que as Olimpíadas Rio 2012 serão na verdade jogos mortais pelo fato do grande índice de violência existência no Rio de Janeiro.


Hoje foi publicado em vários sites e portais de notícias matérias comentando sobre um texto publicado no site da ESPN onde o autor do texto, Wright Thompson, chama as Olimpíadas do Rio 2016 de Jogos Mortais.

No artigo o autor fala sobre a guerra do tráfico, das ações policiais nos morros, das favelas, das violências, enfim, tudo de ruim e pior que você possa imaginar sobre o Rio de Janeiro, você pode ler o artigo completo no site da ESPN, o artigo esta em inglês, caso você tenha dificuldades com o idioma inglês, você pode utilizar o Google Translator .

Mas sobre o este artigo da ESPN, que “detona” o Rio de Janeiro, sem sombra de dúvidas o Wright Thompson exagerou, e mostrou em seu texto somente as coisas ruim do Rio de Janeiro, que apesar de ter inúmeros problemas com a violência e o tráfego de drogas, tem melhorado ao longo dos anos.

Sem contar que o artigo de Wright Thompson, pareceu mais de alguém que parece “invejar”, o fato do Rio de Janeiro ser sede dos Jogos Olímpicos de 2016, como se somente países de primeiro mundo, “perfeitos” como os EUA, podem sediar os jogos Olímpicos.

Claro o Rio precisa melhorar muito até 2016, mas ainda tem tempo, e precisamos, ou melhor, o mundo precisa dar esse voto de confiança ao Rio de Janeiro e ao Brasil, e criticas e apontar os erros e defeitos é simples, seria muito bom se o autor do texto, Wright Thompson, ajudasse com dicas e sugestões para diminuir e acabar com os problemas do Rio de Janeiro, e não somente colocar o dedo na ferida e “cutucar” ainda mais.

A assessoria da prefeitura do Rio não se manifestou, sobre o assunto, mas acredito que deveria se manifestar e falar o que esta sendo feito e trabalhado para melhorar o Rio de Janeiro para as Olimpíadas de 2016.

Afinal, como diz aquele velho ditado: “quem cala consente”, será que se enquadraria neste caso? Eu quero acreditar que não!



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