Estévia-Adoçantes do bem que NÃO fazem mal à saúde

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Por mais que poucos saibam, há no mercado duas alternativas saudáveis com efeito igual ou similar ao dos adoçantes sintéticos.

São os adoçantes derivados da estévia e o “açúcar light”. Esses, diferente daqueles produtos compostos por aspartame de sódio e sacarina sódica, são capazes de enganar o paladar simulando a sensação de doce, sem no entanto engordar, como o açúcar, ou desenvolver um câncer futuro.

checkOs fanáticos por doces, sobremesas, tortas, bolos e até mesmo o cafezinho depois de cada refeição sabem o quanto é duro descobrir que toda a sacarose consumida reverteu-se naquelas gordurinhas indesejáveis que tanto atrapalham na hora de usar a calça preferida.

Muitos, a fim de reverter a imagem indesejada no espelho, previnir ou pelo menos manter, em alternativa ao uso do açúcar, passaram a usar adoçantes sintéticos. Esses produtos são usados também por pessoas com diabetes e que realmente, por uma imposição de saúde, não podem consumir a sacarose.

Os adoçantes mais comuns encontrados no mercado, vendidos sob o nome de “adoçantes dietéticos”, têm na composição o aspartame de sódio e a sacarina sódica. Esses dois elementos, por mais que consigam reproduzir a sensação de doce e enganar o paladar, quando consumidos em excesso são grandes vilões da saúde. Uma vez que em ambas as fórmulas químicas há a composição de sódio. O depósito em abundância desse elemento no organismo das pessoas pode gerar de uma simples pressão sanguínea alta, até ao desenvolvimento de cancêrs. Não é a toa que esses dois adoçantes sintéticos foram proibidos para a comercialização no mercado norte-americano.

No entanto os adoçantes derivados da planta estévia reúnem os mesmos benefícios daqueles sintéticos, sem no entanto agregar os malefícios. Uma vez que é um produto integralmente natural e eficiente na simulação da sensação de doce, pode ser consumido a vontade sem engordar ou fazer mal à saúde.

Também, já é encontrado no Brasil o muito conhecido nos países europeus “açúcar light”. Trata-se da mesma sacarose, porém na sua produção, por meio de reações químicas, são separados os isómeros da molécula. A concentração de apenas um dos isómeros dá uma sensação muito mais forte de doce, o que leva a um consumo menor da sacarose. Dessa forma, vê-se que é ainda a mesmo açúcar, mas em vez de se usar duas colheres para adoçar um café, usa-se apenas uma colher do “açúcar light” para obter o mesmo efeito, engordando menos.

É claro que essas duas alternativas são mais caras. Mas certamente o balanço custo benefício entre uns centavos a mais hoje e um grave problema de saúde futuro, vale mais a pena a primeira opção.



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