Lei seca seria inconstitucional?

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No centro de muita polêmica esta a legislação que proibi que motoristas embriagados possam dirigir, visto que diversos motoristas estão se recusando de fazer o teste do bafômetro.


Após algumas semanas da implantação da Lei Seca e a aprovação da mesma pelo Presidente Lula, onde ficou proibido o consumo de qualquer nível de álcool e direção, muita polêmica e debate ainda cerca a nova lei.
Copo e a Lei SECA

Alguns dizem que a lei seca seria inconstitucional, outros saem a defesa da lei.

Na minha opinião acredito que a lei seca não seja inconstitucional, afinal ninguém está proibido de beber e muito menos de dirigir, o que não pode e na verdade nunca pode foi: DIRIGIR E BEBER, afinal quem bebe e dirige estava ciente que álcool e direção não combinam e podem causar acidentes com mortos e feridos.

Outro detalhe é que qualquer mudança radical ou simples que seja geralmente causa muitos comentários e um certa resistência por parte da população, afinal foi sempre uma “festa”, onde simplesmente encher a cara e sair bêbado de carro era algo normal.

O fato é que após a implantação da lei seca, o estado já economizou e muito em atendimento a vítimas do transito devido ao consumo de bebidas alcoólicas e direção, milhares de pessoas deixaram de perder a vida nos acidentes causados pela imprudência de dirigir alcoolizado.

Agora imagina quantas vidas poderiam ser salvas caso essa lei já existisse a algum tempo atrás? Talvez aquele seu amigo, conhecido ou parente que perdeu a vida devido ao consumo de álcool de terceiros, poderia ainda estar entre nós.

O importante nesta fase é o estado investir em fiscalização e punir os infratores, pois mesmo gastando nesta fiscalização os lucros são incontáveis, devido a redução dos acidentes e todos os gastos que eles trazem.

E um exemplo é são os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, que revela que após a implantação da lei seca os atendimentos de resgate caíram 24% em todo Brasil, sendo a maior redução foi de 47%, registrada em Niterói, no estado do Rio de Janeiro.

“Significa 200, 300 mil pessoas a menos com lesão de gravidade, significa economia de recursos hospitalares, significa economia de recursos de reabilitação e manutenção de capacidade produtiva dessas pessoas em prol da sociedade brasileira”, avalia a coordenadora-geral de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde, Cloer Alves.

Fonte:g1.globo.com



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